Edival Marques de 21 anos sem luxo ou infraestrutura iniciou a busca pelo sucesso no taekwondo, hoje é uma das esperanças do Brasil por medalha na categoria até 68kg nos Jogos de Tóquio-2020.




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As dificuldades quase atrapalharam a trajetória do jovem de Edival Marques (PB), de família humilde, filho de uma dona de casa e de um funcionário de recursos humanos. Os primeiros chutes na modalidade foram aos 6 anos, após o convite do pai de um amigo, que se tornou seu técnico por 17 anos. Naquela época, o obstáculo foi a falta de colete eletrônico, importante para detectar os golpes e obrigatório em competições. Era como “treinar no escuro”.

e ouro no Mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude, ambos em 2014
e ouro no Mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude, ambos em 2014



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A falta de material adequado não prejudicou Edival Marques em ação porque ele tinha a técnica bem apurada. Isso o fez superar os rivais e ser campeão do Sul-Americano de 2013, e ouro no Mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude, ambos em 2014

As críticas se refletiram nas seletivas. O atleta bateu na trave duas vezes para entrar no adulto e chegou a avisar ao pai que “não daria mais”. A última e decisiva cartada aconteceu quando Netinho deixou a Paraíba e se mudou para Brasília. Foi com a ajuda do “segundo pai”, Guilherme Dias, que as portas voltaram a se abrir. Foi acolhido pelo lutador da seleção, passou a ter treinamento adequado e estrutura suficiente para descobrir ainda mais o seu potencial.



O outro foi na transição para o sênior. Netinho, como é conhecido, ouviu: “Você nunca vai vingar no adulto”. Apesar de quase desistir, lutou contra as críticas, entrou na seleção principal e, hoje, é uma das esperanças do Brasil por medalha na categoria até 68kg nos Jogos de Tóquio-2020.

Creditos: https://extra.globo.com

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